- Até o início das competições, haverá duplo suprimento em todas as instalações e alimentação temporária. Nossa absoluta segurança é que tudo estará pronto para os Jogos Olímpicos - disse Barata. O governo federal vai arcar com os geradores temporários na região da Barra da Tijuca, a um custo de R$ 290 milhões, e o Comitê Olímpico Internacional (COI), com os da região de Deodoro, informou o secretário. O custo dos geradores na região de Deodoro não foi divulgado.
A implantação da energia temporária está a cargo da Light. A contratação de geradores para o Parque Olímpico seria repartida originalmente entre os governos federal e estadual. O Ministério do Esporte arcaria com R$ 290 milhões e o governo do Rio insentaria dívida da Light de R$ 170 milhões, referente ao recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Entretanto, a Assembleia Legislativa do Rio não votou o benefício fiscal de cerca de R$ 85 milhões. A subestação, com recursos de R$ 152 milhões do Ministério de Minas e Energia, foi construída por meio da Sociedade de Propósito Específico Energia Olímpica, composta pela concessionária de energia Light (51%) e por Furnas (49%), subsidiária da Eletrobras. Furnas é responsável pela operação do sistema interligado e a Light, pelo suprimento das instalações.
Barata citou o programa diferenciado de operação durante as competições, com atenção especial e regime diferenciado de todas as entidades e instituições que operam o sistema. Ele adiantou que estão sendo treinados operadores para atuar em todas as instalações da Light desassistidas e nas ruas próximas dos locais dos Jogos. (Agência Brasil)


