Segundo os dados, a carteira de crédito chegou ao saldo de R$ 691,6 bilhões, o que representa um crescimento de 6,7% em 12 meses e participação de 21,8% no mercado. O crédito habitacional teve crédito de R$ 393,7 bilhões, com aumento de 7,2% em 12 meses e 66,7% do mercado. As operações comerciais com pessoas físicas e jurídicas totalizaram R$ 195,5, com destaque para o crédito consignado que cresceu 10,4% e fechou o semestre com R$ 61,4 bilhões. O índice de inadimplência caiu 0,31 pontos percentuais (p.p.)e alcançou 3,20% abaixo da média de mercado, de 3,51%.
BB – Já o Banco do Brasil anunciou lucro líquido de R$ 2,465 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 18% em relação ao segundo trimestre de 2015, quando o lucro foi de R$ 3,008 bilhões. A remuneração aos acionistas atingiu R$ 764,5 milhões no trimestre e R$ 1,4 bilhão no semestre. O lucro ajustado foi de R$ 1,8 bilhão, 40% maior em relação ao trimestre imediatamente anterior. A carteira destinada a pessoas físicas encerrou o segundo trimestre com saldo de R$ 187,5 bilhões, um crescimento de 6,4% na comparação com junho de 2015. O banco continua investindo nas linhas de menor risco, como crédito consignado, CDC salário, financiamento de veículos e de imóveis, alcançando 75,8% do total da carteira orgânica.
O crédito imobiliário atingiu saldo de R$ 51,6 bilhões no segundo trimestre, com crescimento de 17% em relação ao mesmo período de 2015. A carteira de crédito ao agronegócio apresentou crescimento de 9,6% em 12 meses. Na safra 2015/2016, o banco gastou R$ 82,4 bilhões em operações de crédito rural - crescimento de 12,4% em relação ao mesmo período da safra 2014/2015. O banco foi responsável por 62% de participação nos financiamentos destinados ao setor. (Agência Brasil)


