Entrevista com o candidato à prefeito de Duque de Caxias, deputado federal Aureo (Solidariedade)
- Por que ser prefeito de Duque de Caxias?
Primeiro porque nossa cidade vive um abandono muito grade, todos tiveram essa oportunidade de ser prefeito e participaram efetivamente dos governos, a cidade tem as mesmas práticas e o mesmo modelo político. Eu quero ser prefeito para mudar não o político, mas sim a política da cidade, a forma de gestão, a forma de governança, a forma de enfrentar os problemas de Duque de Caxias.
- Quais as principais ações que pretende tomar, caso seja eleito, diante de um quadro de crise econômica profunda e incertezas no país?
Duque de Caxias é a segunda cidade do estado e está entre as dez mais importantes do País. Crise o país todo vive, mas em Duque de Caxias os serviços básicos não funcionam. Duque de Caxias tem hospital, mas não funciona, tem posto de saúde, mas não funciona, tem transporte público, é caro e de péssima qualidade. Precisamos colocar a cidade para funcionar, precisamos resgatar o orgulho das pessoas de morar em Duque de Caxias. Quero ser prefeito para colocar Duque de Caxias para funcionar, colocar ordem, colocar comando na cidade para que ela possa ter o serviço público de qualidade entregue a cada morador caxiense.
- Quanto aos projetos, quais o senhor destacaria como prioridades?
Primeiro, a escola tempo integral, que é um investimento maciço em educação. A gente tem que gerar a oportunidade desse jovem chegar,a oportunidade pública. Segundo, transformar o quarto andar do Hospital Dr. Moacyr do Carmo em centro de prevenção e diagnóstico do câncer, para acabar com o sofrimento da população de ter que ir para o Inca, no Rio de Janeiro, para fazer tratamento. Reabertura da emergência do Hospital Dr. Moacyr do Carmo e reabertura da emergência do Hospital Duque. Criar a Empresa Pública Municipal de Coleta de Lixo e de Limpeza Urbana e a Empresa Pública Municipal de Obras, para que as obrar não possam custar o que estão custando nessa cidade, um preço absurdo. Abaixar o preço da passagem de ônibus criando a tarifa única e no domingo a meia tarifa, para dar a oportunidade às pessoas de fazerem o seu lazer, ir à igreja, à feira, cuidar e passear com a família.
- Qual sua posição diante da desmoralização da classe política marcada por tantos escândalos de corrupção envolvendo representantes de vários partidos políticos?
Eu acho que a classe política passa por um descrédito muito grande, a solução é a democracia. Vivemos num país democrático onde a escolha de cada um é que reflete quem vai ser o seu governante. Então a solução está nas escolhas que a população vai fazer e tirar quem a população vê que não tem compromisso com o nosso País, com nosso estado e com nossa cidade. Não sou político de fazer crítica à adversários, de perder tempo criticando um ou outro. Existe uma cultura política na cidade muito suja, uma cultura de acusações, eu não tenho esse modelo de fazer política. Faço política com diálogo, levando nossas propostas e conversando com a população. O voto é o único remédio para corrigir isso. Não adianta a gente questionar e na hora de votar não fazer a limpeza que essa cidade e o Brasil precisam. O voto é o instrumento democrático de mudança de uma cidade, de um estado, de um País.
- Qual será o perfil do governo que o senhor implantará caso seja eleito?
Um governo de gestão transparente e eficiente, um governo que priorizará colocar nossa cidade para funcionar, priorizar o atendimento na saúde, a educação, os serviços públicos e de respeito com a população. Eu acho que a gente tem propostas simples, mas objetivas para o momento de crise nacional. Não sou político de fazer promessa, sou de assumir compromisso. Tenho feito isso na minha vida pública, sou um deputado que tem se destacado pela postura, pela forma de fazer política. Sou o único político de Duque de Caxias que não responde a nenhum processo. Sou o único político da cidade que tem a ficha limpa, sou um político que tem um mandato eletivo consagrado pelo voto da população de Duque de Caxias.
Nota da redação:
As assessorias dos candidatos Washington Reis (PMDB) e Zito (PP) não responderam às solicitações de emtrevistas feitas pelo Capital.


