O governador Luiz Fernando Pezão termina, na última quarta-feira (11), a terceira etapa do tratamento quimioterápico para combater um linfoma não-Hodgkin anaplásico de células T. Pezão já se submeteu a dois outros ciclos da quimioterapia, todos realizados de forma ambulatorial e sem necessidade internação. Em entrevista a uma emissora de TV, no início da tarde, por telefone, Pezão comentou o tratamento e reafirmou a disposição de diálogo com o Parlamento.
“É um tratamento pesado. É um câncer muito agressivo, um dos mais agressivos porque é no osso. Então, exige um tratamento mais pesado. Tenho a solidariedade da família, dos médicos e estou enfrentando. Mas o tratamento é muito dolorido e muito pesado", afirmou o governador.
O governador comentou ainda o agravamento da crise econômica do estado. “Temos conversado sobre isso desde antes de tomar posse. Sabíamos que era um ano que se avizinhava muito difícil com a queda que tivemos no preço do barril do petróleo já no ano de 2014. Eu nunca deixei de conversar com o presidente da Assembleia Legislativa e, principalmente, com o meu vice-governador. Eu sempre fiquei também com a responsabilidade dos quase 4,4 milhões de votos que eu tive de enfrentar e lutar. Somos para os momentos bons e os momentos ruins, sempre procurando caminhos. E conseguimos atravessar até agora devido a toda essa articulação que fizemos, principalmente com Brasília", disse o governador.


